Contra Santana - Encerrado a 10.03.2005

quarta-feira, julho 21, 2004

Haja vergonha, porra!

Nunca pensei que isto pudesse ser tão mau. Depois de ter visto a composição do elenco governativo ainda pensei (e, sobretudo, quis acreditar) que houvesse uma réstea - que fosse - de pudor e se pusesse algum cuidado ao nível da competência na composição das Secretarias de Estado... Não houve, como está bem de ver! E, pior do que isso, foi o claro despautério que se verificou com o ataque aparelhístico aos cargos ali tão à mão de semear...
É caso para dizer que o Lâmpada bem pode limpar as mãos à parede com o molhe de bróculos que arranjou cá à rapaziada.
Posto isto, e cumprindo uma das premissas deste blog acho que está na hora de passar à clandestinidade e, se preciso, à luta armada.
O meu nick revela um dos meus gostos mais profundos. Assim, e mesmo sabendo que a história abaixo transcrita tem outras raízes, devo citar os Senhores Comendadores:

«Por não querer aquilo que me é dado
Por não querer nem governo nem estado
Por não ter nada e por nada querer
Esquadrão da morte faz-me correr
Eles aí estão. Já lhes sinto o bafo
Dobro uma esquina a ver se me safo
Por aí não. Que não tem saída
Muito cuidado. Que arriscas a vida
A noite é dia, o dia é noite
Não tenho sítio onde me acoite
Esquadrão da morte avança no escuro
E sinto em frente a sombra de um muro
E sigo o cheiro na escuridão
Que me conduz onde está a razão
Sangue na boca da queda de há pouco
Tento falar só sai um grito rouco
Num beco sujo. Num vão de escada
Dois tiros secos e não resta nada
Por isso eu ponho. Eu ponho a questão
Onde, mas onde se esconde a razão?» (Tim/Xutos & Pontapés).



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