Contra Santana - Encerrado a 10.03.2005

segunda-feira, janeiro 31, 2005

Ainda há gente lúcida

Em contraposição a tudo o que escrevi no meu anterior post recomendo vivamente este post de Pacheco Pereira no Abrupto.

Nojo!

É verdade que a campanha eleitoral anda num nível que, simpaticamente, poderíamos reputar, no mínimo, por "abaixo de cão" (apresento, desde já, as minhas desculpas aos canídeos por tê-los chamado à colação, mas a expressão é mesmo assim...). Depois dos mimos com que Louçã brindou Portas e das insinuações - mais ou menos - recíprocas entre os dois maiores partidos sobre as orientações sexuais dos candidatos, pensei que não se poderia descer mais baixo. Sucede que, acrescidamente, a comunicação social tem dado relevo a este tipo de comentários soezes quando poderia - e deveria - tentar "arrefecer" um pouco a campanha ao não dar eco a tão vis afirmações. Poderiam - e deveriam - os media, talvez, dar maior ênfase às propostas de programas de Governo e outras questões tão candentes como aquela para o futuro (bem negro, temo!) de Portugal. Vem, isto, a propósito do artigo de opinião de Ana Sá Lopes ontem no Público:

«O fim político de Santana Lopes - que diariamente agoniza aos nossos olhos - está a ser uma tragédia: o homem está a morrer no circo, ao estilo de sacrifício romano. Já nada lhe resta, os sucessores sucedem-se diariamente no PSD, perdeu o parceiro de coligação que descola a todo o vapor do mais patético primeiro-ministro que Portugal conheceu nos anos de democracia e, provavelmente, enlouqueceu.
A pantomina da democracia portuguesa iniciada em Julho passado assume agora foros de irrealidade: o homem já não tem nada para vender. Resta-lhe o currículo conhecido do eleitorado através das "revistas do coração", onde se passeava semana sim semana não - foi casado várias vezes, namorou algumas raparigas. Ontem lançou o mais estranho mote da campanha eleitoral: votem em mim porque eu gosto de raparigas. Chegámos ao patamar que nunca pensámos atingir na política. Só um miserável - e quem é Santana Lopes, neste momento do campeonato, senão um pobre despojado de qualquer bem válido para a polis? - pode utilizar em comícios, como aquele em que ontem participou, com 1000 mulheres, em Braga, o facto de ser aquilo a que se chama, em alguma gíria, "um femeeiro". Já tínhamos visto o absurdo de políticos desesperados a utilizar a estabilidade familiar como argumento de campanha - que foi o que João Soares fez contra o próprio Santana Lopes na campanha de Lisboa. Agora, vem o primeiro-ministro de Portugal rodear-se de mulheres que dizem que ele é "conhecido pela sua natureza sedutora" e "ainda é do tempo em que os homens escolhiam as mulheres para suas companheiras".
O fervor homofóbico é espantoso e quase irreal. Num comício de Lopes grita-se: "Bem hajam os homens que amam as mulheres!". E o primeiro-ministro candidato a novo mandato diz que "o outro candidato tem outros colos" e que "estes colos sabem bem".
Já nada Lopes tem para oferecer: com a credibilidade política de rastos, atira-nos um cartaz para a frente que diz "Este homem sabe o que é". Saberá? Nós sabemos. É o que Jorge Sampaio, com o apoio generalizado do país, mandou para a rua por falta de credibilidade e incompetência manifesta. Afinal, é mais o quê? Um "femeeiro". É este o currículo que Santana Lopes agora transformou em arma eleitoral: namorou com várias mulheres. Mais de 30? Menos de 100? Só um louco descontrolado traz esta matéria para a campanha, mas de Santana Lopes tudo se pode esperar - eventualmente até um "strip-tease" no comício de encerramento.
Nada mais resta a Santana Lopes. Tem o corpo, e só o corpo, à venda no dia 20 de Fevereiro. Mas o mais provável é que, ao fim da noite, o corpo já seja um cadáver».

Era mesmo necessário?...

domingo, janeiro 30, 2005

Sem comentários II


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sexta-feira, janeiro 28, 2005

Governo da Exame

O Ignaro cidadão foi hoje confrontado com um verdadeiro governo de salvação nacional escolhido por "especialistas" convidados pela revista "Exame".
Não vou, por agora, comentar mais nenhum dos escolhidos, bastando-me apreciar a nomeação para Ministro da Justiça do Dr.José Miguel Júdice.
De facto, só por desconhecimento da verdadeira essência de tal personagem é que se pode acreditar em tal.
O Dr. Judíce foi sem margem para dúvidas o pior Bastonário dos últimos tempos, e não se diga que foi pro falta de candidatos!
Por outro lado tem uma noção de Justiça própria dos escritórios de Lobbiing de Lisboa, muito afastada do quotidiano judicial e judiciário da Província.
Se isto está mal pior ficaria.
Prometo voltar ao tema um dia destes.

Pecado "Capital"

É notícia do jornal Capital:
O nosso Pedro tinha alguns problemas com a pesada máquina fiscal.
Devia , a fazer fé na peça jornalística, alguns Euros ao fisco.
Contactado pelo jornalista daquele diário terá pedido algumas horas para fazer publicar uma nota de imprensa onde explicasse o sucedido.
Enquanto isso, alegadamente deu instruções a um funcinário para imediatamente saldar a referida dívida.
Está Lindo!

Sondagens

A pedido do Comandante, retido no frio Belga e da Conchita, retida num Concílio tenebroso, cumpre-me a mim comentar as declarações do Pedro sobre as empresas de Sondagens.
É inegável que, tanto o Pedro como o Paulo devem saber do que se fala quando o assunto é sondagens. De facto, os dois amigos foram até hà bem pouco tempo responsáveis directos de duas conceituadíssimas empresas de Sondagens.
Dá para imaginar como na altura eram feitos os estudos de opinião.

quinta-feira, janeiro 27, 2005

D. Freitas I, o cristão-novo

Quem será o próximo? Arnaldo de Matos?!

Zangam-se as comadres...

Narana Coissoró veio dizer o que todos sabiam: que aquele frenesim desbragado dos caceteiros de serviço (leia-se o nabo do Lopes, do ex-adicto e do cata-vento do Luís Filipe Meneses) iria dar mau resultado e que não iria ajudar nada a uma eventual credibilidade (como se ela fosse possível!) da coligação. Ora, é esse mesmo Meneses que já veio dizer que o dirigente do CDS não tem qualquer crédito para falar dos acordos eleitorais. E, pergunto eu: que crédito tem Meneses? Um cata-vento que todos os dias muda de opinião no que respeita aos sucessivos líderes do partido e das suas próprias opções políticas também não será propriamente a pessoa mais indicada para tecer encómios sobre a estabilidade da coligação. Mas, deixá-los andar: ainda vamos acabar por saber que o PSD terá algum acordo secreto com o PCP ou o BE, ou mesmo o POUS... resta é saber quem vai ser o queixinhas!...

De profundis


Posted by Hello Foi apenas ontem: é melhor não esquecê-lo para tentarmos evitar mais barbáries.

quarta-feira, janeiro 26, 2005

É notável!

Depois do Lâmpada ter corrido com o Lopes e a sua corja de acólitos muito se tem discutido e escrito sobre o que é um (des)governo de gestão e, consensualmente, tem-se admitido que este tipo de (des)governo deve praticar actos de mera gestão traduzindo-se isto em dizer que esses mesmos actos tenham que ter imanente um carácter de urgência.
Hoje, no pasquim da República (vulgo Diário da República) publicam-se - nada mais, nada menos - do que a mísera quantia de três decretos-leis e quatro portarias (mais uma catrefada de leis da AR elevando a cidades metrópoles tão distintas como a Mêda, Sabugal e Valbom). E, o mais curioso, é que a última portaria hoje publicada é a 108ª do ano quando, há exactamente 365 dias atrás, o (des)governo da altura ainda só tinha publicado 105 portarias!
Abençoados actos urgentes...

Questão semântica


O casamento a que alude hoje o Bartoon é de fachada ou de facada?! Posted by Hello

Mais umas facadas na costa do Lopes

Depois do Henrique Chaves, do Pôncio Monteiro e da Banca, desta vez é a Direcção-Geral do Orçamento que vem trair o asno do Lopes em público ao anunciar o que ainda ninguém imaginava: o défice orçamental do subsector Estado agravou-se.

terça-feira, janeiro 25, 2005

O Governo de Portas

A propósito da exigência de Paulo Portas de que os elencos governativos sejam apresentados antes das eleições, deve dizer-se que há afirmações que só podem ser produzidas por estupidez ou por má fé. E não creio que Portas seja estúpido.
Tal divulgação nunca se fez em Portugal, nem se faz em lado nenhum, por boas razões: de decoro (os convites para o Governo cabem ao Primeiro Ministro, que ninguém é antes de ganhar), mas também de praticabilidade. O convite e a aceitação dependem das condições concretas que resultem da eleição.
O "Governo" apresentado por Portas não conta para este totobola, pois, com as probabilidades de ele ser Primeiro-Ministro em Março, Portas tanto pode apresentar um Governo como um conjunto de astronautas para o programa espacial europeu.
O que é curioso é que as declarações de Portas passem sem que nenhum jornalista lhe pergunte o óbvio. Se isto nunca se fez, porque é que agora seria indispensável?

Cuidadinho...

O bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas veio a público alertar para a existência de desemprego na classe. Ainda bem que no PSD não há bastonário, porque senão já andaria, com certeza, a alertar para a possibilidade da existência de bolsas de desemprego na São Caetano à Lapa nos próximos meses...

É o costume: baralha e torna a dar

A seguir ao desastroso Verão de 2003, com a imensa tragédia que ocorreu no país em termos de incêndios, o (des)Governo de então lembrou-se de demitir o coordenador nacional do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil, Gil Martins, dando, assim, eco aos bombeiros nacionais que o acusaram de total incompetência na coordenação dos meios.
O rapaz - muito contra a sua vontade, diga-se - lá saiu.
Agora, e porque se tornava necessário "arejar" o serviço e, porque mais a mais o governo é de gestão, impunha-se mais uma nomeaçãozita. E quem nomearam para ir gerir a tasca? Gil Martins, pois claro! Esta decisão do (des)governo do Lopes, como é óbvio, lá gerou a polémica costumeira (arre porra, que o Lopes não acerta uma!) e os bombeiros já estão a relembrar a indecente e má-figura que o rapaz protagonizou durante o seu consulado!
Esperam-se dias interessantes para os lados dos bombeiros. Resta saber a quem vão telefonar para ir lá apagar o fogo...

segunda-feira, janeiro 24, 2005

Pequena dúvida

Portas apresentou a sua equipa de governo: não era suposto o PP ter feito um acordo de coligação pós-eleitoral com o PSD?!

domingo, janeiro 23, 2005

Um prémio Nobel para este senhor, já

quando discordamos de um bloquista numa questão de edifícios, ou estamos ao serviço da indústria do cimento ou somos o próprio cimento.

Sic on-loop

Na entrevista da SIC a José Sócrates, o moderador lamenta que o líder do PS não esteja disponível para um debate... na SIC. E lamenta que poucas pessoas vejam o debate no Clube de Jornalistas, que passará na RTP-2. Claro que a SIC pode transmitir o debate se quiser (tal como as outras televisões), pelo que o jornalista da SIC lamenta um resultado de uma decisão ... da SIC. Circulus Inextricabilis

sexta-feira, janeiro 21, 2005

Eleições à porta = Mais demagogia na calha II

Fantástico! O nabo demagogo do Lopes no programa de (des)governo teve duas ideias notáveis: (1) a do empréstimo bancário para propinas e o consequente aumento destas. Ou seja, a rapaziada teoricamente pagaria o seu curso universitário no início da vida activa não estando assim a expensas dos papás! Independentemente de ter limpo o cu (mais uma vez) à Constituição no que respeita à progressiva e tendencial gratuitidade do ensino ao anunciar outro aumento de propinas, o nabo do Lopes apenas resolve um problema: o da banca que vai arranjar mais não sei quantos milhares de utentes forçados! (2) o nabo do Lopes disse também que o país iria ter um choque de gestão. Apesar de eu achar que o país já está é em choque com a merda de gestão que ele e a corja de vígaros que gravita à volta dele pôs em prática, se nos quisermos ater à literalidade da expressão conviria aqui relembrar que em 2002 o laranjal, quando chegou ao poder, prometeu (também) um choque e espetaram-nos com um aumento de impostos; portanto, desta vez, se o que está mesmo em causa é um choque, existe uma forte probabilidade que ainda venha lá mais estrume do que o dos últimos tempos.

O Comandante0, nos seus dois últimos posts, colocou diversas reflexões que mereceriam ser consideradas em sede de reforma fiscal. Atendendo a que as ideias ali expressas são boas e poderiam trazer progressos ao país, algo me diz que nenhum programa de governo as contemplará...

Reforma fiscal (II)

Uma boa maneira de libertar recursos da administração fiscal é simplificar o sistema. Isso significa acabar com regimes especiais (que precisam de ser fiscalizados) e com alguns impostos que trazem pouca receita, compensando com aumento de outros.

Assim, poderia ser ponderada a extinção do imposto de selo (ou diminuir muito a sua incidência). Imposto arcaico, ele provoca ainda custos administrativos consideráveis às empresas, que naturalmente o repercutem no consumidor. A extinção do imposto de selo poderia ser compensada em aumento do IVA.

Já que se fala em IVA, haveria também vantagem em abolir o máximo possível de taxas reduzidas (mais uma complicação administrativa).

Outro imposto a extinguir seria a sisa (IMT), compensando com aumento da contribuição autárquica e com a extinção dos benefícios fiscais em IRS à aquisição de habitação. Este imposto prejudica as transacções, aumenta o preço das casas e traduz-se em endividamento suplementar das famílias.

Nos impostos sobre o rendimento, a prioridade deve ser a simplificação, acabando com quase todas as deduções e outros regimes preferenciais. A simplificação tem várias vantagens:
Fecha caminhos à fraude fiscal e liberta os recursos administrativos hoje empatados na fiscalização destes regimes.
Permite obter a mesma receita fiscal com taxas muito mais baixas (seria possível uma taxa máxima de IRS entre os 20 e os 30%), o que tem as vantagens de incentivar a actividade e diminuir o incentivo à fraude.
Elimina as distorções à actividade económica hoje criadas (e tantas vezes inseridas por interesses especiais com duvidosa justificação).

Quais são as desvantagens? A principal é que o sistema pode parecer menos justo porque muitos dos actuais "benefícios fiscais" são produto de ideias meritórias. É portanto preciso convencer as pessoas de que o sistema fiscal não pode ser o remédio universal para tudo o que achamos que é mau na economia. E de que muitas medidas especiais informadas por excelentes ideias acabam por ter efeitos que não são exactamente aqueles que o legislador espera.

Reformas fiscais

Durante alguns anos, o PSD teve como emblema na política fiscal o "choque" no IRC, que, com muita fé dos próprios, traria um grande crescimento do IDE (investimento directo estrangeiro) - contra toda a evidência, já que não consta que a descida operada nos últimos anos, de 38 para 25%, tenha tido resultados significativos. O PS, por seu turno, não tem ideias muito claras em termos de reforma fiscal (como é confirmado pela recente hesitação em matéria de IRS). Assim, ambos os partidos se limitam a repetir a cartilha de que é preciso diminuir a fraude e evasão, sem que se apresentem propostas de modificação dos impostos que contribuam para esse resultado.
É uma boa altura, portanto, para uma sugestão de reforma fiscal susceptível de diminuir a fraude e de facilitar o crescimento económico.
Essa reforma deve procurar vários objectivos:
Manter (pelo menos) o nível actual de receita
Libertar recursos da administração fiscal para a fiscalização
Diminuir as taxas formais de imposto (com taxas menores, e alargamento da base, é menor o incentivo à fuga)
Fechar os mecanismos usados para escapar aos impostos
Diminuir o peso que o cumprimento dos impostos representa para a economia (ou seja, os custos que os particulares, e sobretudo as empresas) suportam nos deveres acessórios a que estão sujeitos).

(continua)

Iemanjá

Alguém viu as declarações do Grande José Raul dos Santos, autarca de Ourique, tentando justificar a sua inclusão na lista de candidatos a deputados pelo Círculo do Porto?
O Homem, de férias no Brasil, tinha aproveitado para de forma directa "interpelar" a deusa dos mares Iemanjá, pedindo um bom futuro para si próprio e para a região que a partir de dia 20 vai galhardamente representar.
Prevejo um Tsunami para os lados da Foz.

quinta-feira, janeiro 20, 2005

Des-Norte

É manifesto que Nuno Cardoso perdeu ontem a cabeça com insinuações que são inadmissíveis. Disse-se, e bem , que o PS não podia fingir que não tinha ouvido. Felizmente, graças a Francisco Assis, não fingiu.

Aleluia!

Portishead gravam novo álbum!!! Apesar de ter que aturar imbecis como o Flopes, o seu cão-de-fila Miguel Almeida (sim, o tal que disse ao chefe que tinha sido o Sócrates a nomear o IGA quando o despacho é mesmo desse conhecido socialista que dá pelo nome de Isaltino Morais) e varinas desbragadas tipo Nuno Cardoso... voltam a existir razões para sorrir!

Prendam-na, a bem da Nação!!!

Não, não foi a incompetência do bicho e dos seus sicários! Não, também não foi a sua capacidade inata de total inabilidade política! Foi mesmo essa grande puta que dá pelo nome de Banca que lixou o (des)governo do Lopes! Por maioria de razão, também facilmente se compreende que não foi a falta de vergonha e decoro que ajudou à queda do (des)governo: foi mesmo aquela grandessíssima puta!

Ninguém fez mais por Santana Lopes


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quarta-feira, janeiro 19, 2005

Os deuses devem estar loucos!

Mesquita Machado admite corrupção nas autarquias!!! O que virá a seguir? Rasgados elogios de Jerónimo de Sousa a Paulo Portas e Santana Lopes?!

Comida estragada

A TSF alerta hoje que os portugueses andam a consumir trutas contaminadas. E isso é perigoso?! É que depois de um cherne e um carapau de corrida, as trutas - mesmo que contaminadas - são o menor dos nossos males!

E que o homem não acerta uma é alguma novidade?


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terça-feira, janeiro 18, 2005

Ponto de ordem

1) À Conchita e ao Che: get a room!

2) À Conchita e a todos os blogueiros e emaileiros que inundam a cibersfera com pedaços de Eça dirigidos ao Governo actual: fazem todos o favor de ir ler, do mesmo autor, "A Catástrofe", do qual aqui modestamente se transcreve um pequeno excerto:

"Como me lembro! Íamos para os cafés, para o Grémio, traçar a perna, e entre duas fumaças, dizer indolentemente:
- Isto é uma choldra! Isto está perdido! Isto está aqui, está nas mãos dos outros!...
E em lugar de nos esforçarmos por salvar «isto» - pedíamos mais conhaque e partíamos para o lupanar.
Ah, geração cobarde, foste bem castigada!"

Actualidade IV


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Momento lúdico

Três cegonhas estão a voar e uma pergunta à outra:
- Para onde vais?
- Vou a casa dum casal que há 10 anos está a tentar ter um filho.
- Que bom!
- E tu?
- Eu vou a casa de uma senhora que nunca teve filhos. Levo-lhe aqui um lindo rapaz.
- Que bom! Vais deixá-la muito feliz.
- E tu? - perguntam as duas à terceira cegonha.
- Eu? Eu vou ao convento das freiras. Nunca levo nada, mas sempre lhes prego um susto do caraças!

Eleições à porta = Mais demagogia na calha

Existe um cretino que, por acaso, até foi PM cá do burgo, ao ter um assomo de Prince, decidiu mudar o nome de Durão Barroso para José Manuel Barroso. Ora bem: ainda o asno em questão dava pelo nome de Durão, e berrava na campanha eleitoral que nenhuma nova ponte sobre o Tejo seria construída enquanto os reformados recebessem pensões de miséria.
Por dever de ofício, leio todos os dias - de uma forma mais ou menos atenta - um pasquim que dá pelo nome de Diário da República e que não tem publicado aumentos assim tão significativos quanto isso no que respeita às tais pensões de miséria. No entanto, hoje, António Mexia veio anunciar que, não uma, mas sim duas!!! novas pontes serão construídas sobre o Tejo. Alguém me esclarece em que DR veio publicado o aumento das pensões para um mínimo de 1.500,00€ mensais?!

segunda-feira, janeiro 17, 2005

O Blog está saque

Noto agora que na minha ausência o blog sub viveu ás custas de uma Conchita que de Morales tem pouco.
Volto, ao que isto chegou, como consciência de Direita???????? do Blog????
Me aguardem

Voltei

Depois de sobreviver a uma tentativa de envenamento, a várias facadas nas costas, empurrões de incubadora, Voltei !
Devo dizer que nada de novo se passou, enquanto estive ausente, neste belo Jardim à beira-mar plantado. De facto, políticos de todos os quadrantes têm feito o possível e o impossível para afastar cada vez mais o Povão das suas complicadas decisões.
O País está saque.

Carta aberta ao El Che

Meu grande camelo:
Quando partiste o braço estive solidário contigo!
Quando, na sexta-feira passada, quiseste ir ver os Mão Morta com um braço partido, até achei que te poderia animar e, assim, ajudar à recuperação.
Apesar de contrariado – mas apenas porque sou teu amigo – acedi a ir jantar contigo à Pizza Hut antes do concerto; compreendi as razões que invocaste sobre a impossibilidade do manejo do talher completo e a questão prática de conseguires comer uma pizza à mão!
Agora, meu Caro, nunca mais acederei às tuas parvoíces! Como se não bastasse ter que ir jantar mal e porcamente, nunca, mas por nunca!, sou obrigado a aturar na mesa ao lado, 30 pré-adolescentes – com uma crise óbvia de excesso de testosterona – a berrarem absolutas inutilidades.
Assim, meu Caro, a próxima vez que tiveres um chispe partido e quiseres ir ver um mirífico espectáculo, desemerda-te como melhor quiseres!
Ou arranjas outro pato para ir jantar contigo, ou vem já jantado de casa!
O problema é teu!

17.01.1995

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Até sempre!

Nem sei o que dizer...

P- A Função Pública (FP) deve ser reduzida?
R- Admitimos que possa haver redução, mas não uma redução cega. Todos os governantes que vêm a público dizer que é preciso fazer cortes - e há muitos exemplos nos últimos 10 anos - quando chegam ao poder são os primeiros a aumentar a estrutura. É ver quantos milhares de indivíduos o último Governo levou para a FP, e que depois lá ficaram, quando entram já não saem mais, colam-se.
A situação real da AP é mais grave do que parece, as coisas andaram para trás, há serviços bloqueados, e a burocracia, em serviços-chave, em vez de diminuir, aumentou. Foram-se acumulando situações de compadrio, criaram-se estruturas paralelas sobre estruturas paralelas, e hoje há serviços absolutamente paralisados, não porque os trabalhadores de baixo, que têm de responder aos serviços, não estejam disponíveis para fazer, mas porque se criaram estruturas por cima que bloqueiam tudo, e cuja execução não tem qualquer orientação.

E quem disse isto? Bagão Félix??? Não, meus amigos, foi mesmo o Carvalho da Silva! Algo me diz que - desta vez - será o Jerónimo de Sousa a queixar-se de que tem as costas crivadas de facadas. Com amigos destes...

sexta-feira, janeiro 14, 2005

Interactividade

Os meus parabéns ao Funil por esta postadela absolutamente notável!

Publicidade II

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Aperfeiçoem o vosso vocabulário!

Santanice - acto ou acção de alguém que acaba sempre por prejudicar outro alguém e ser também ele prejudicado com esse acto ou acção, sem ter consciência disso. Forma de agir inopinada e irresponsável que prejudica toda a gente envolvida directa ou indirectamente na acção, sem que o autor tenha uma consciência absoluta dos consequências dessa acção - "fez-lhe uma santanice" " acabou por se santanizar" "se disse isso vai ser santanizado", estupidez, parvoice, inexperiência, irresponsabilidade de grande dimensão, efeito negativo de algo dito ou feito por um inconsciente com poder para o fazer.

quinta-feira, janeiro 13, 2005

Libertinagens l


O que conta não é a manifestação do desejo, da tentativa amorosa. O que conta é o inferno da história única. Nada a substitui, nem uma segunda história. Nem a mentira. Nada. Quanto mais a provocamos, mais ela foge. Amar é amar alguém. Não há um múltiplo da vida que possa ser vivido. Todas as primeiras histórias de amor se quebram e depois é essa história que transportamos para as outras histórias. Quando se viveu um amor com alguém, fica-se marcado para sempre e depois transporta-se essa história de pessoa a pessoa. Nunca nos separamos dele. Não podemos evitar a unicidade, a fidelidade, como se fôssemos, só nós, o nosso próprio cosmo. Amar toda a gente, como proclamam algumas pessoas e os cristãos, é embuste. Essas coisas não passam de mentiras. Só se ama uma pessoa de cada vez. Nunca duas ao mesmo tempo.

Marguerite Duras



Onde é que estava o Lâmpada a 25 de Abril de 1974?

O Presidente Sampaio parece ter colhido da melhor forma os ensinamentos de Hans Morgenthau no jogo das relações internacionais, pelo menos é o que parece, a avaliar pela capacidade de compreensão manifestada por um dos sistemas político-económicos mais promíscuos do mundo: o chinês! O Lâmpada parece, pois, querer aplicar, uma das palavras estribo da sua campanha presidencial de 1996 - tolerância - num país onde a liberdade de expressão está para quem manda, assim como o Papa está para o controlo de natalidade: simplesmente não está. O Senhor Presidente revelou compreensão para com a morosidade com que a China parece aderir à necessidade de ser um país respeitador dos direitos humanos, da democracia e do Estado de direito. Para Sampaio, o respeito pelos direitos humanos é um "longo processo civilizacional", em que "não vale a pena entrar de cotovelo e à canelada" Estou envergonhado do homem em quem votei duas vezes, acho que nem um voto no Alberto João seria causador de tanto desconforto! Com homens destes, a ditadura do Estado Novo teria definhado mais uns anos, os timorenses ainda hoje seriam um povo oprimido, o apartheid subsistiria!

Críticas construtivas III

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Críticas construtivas II

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13.01.1979

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Parabéns pelos 26 anos a forçar a corrente!

quarta-feira, janeiro 12, 2005

Medida urgente de saúde pública

Todos nós conhecemos casos graves de envenenamento por azeite em restaurantes, ou não?

O que interessa e o que não interessa

O caso do mergulho do Ministro Morais Sarmento nas águas cálidas de S. Tomé teve uma cobertura totalmente desproporcionada, ultrapassando largamente as dimensões do caso e mesmo o seu potencial humorístico. Espero que não vamos agora perder o resto da campanha escalpelizando as viagens passadas de ministros de vários governos (e o PS devia pensar melhor antes de se meter nestas alhadas).
O aspecto mais interessante do caso não é o mergulho, mas o total estalar de verniz no Governo. Um PM que deixa cair um ministro com um ensurdecedor "incómodo" e um ministro que dramatiza ao máximo a sua atitude de "agarrem-me senão demito-me". Isto é o mais relevante, porque revela, concludentemente, que esta gente já não consegue conviver civilizadamente, quanto mais formar um governo coeso.

Mais uma escguita paga o Mogais Sagmento

Tens pouco tempo para ser só teu
Não esperes nem deixes passar
Essa vontade que quer dar um mergulho no mar

Arrisca mais uma vez
Nem que seja só por arriscar
Nunca se tem muito a perder
Dá um mergulho no mar

Há tantas coisas por fazer
E tantas por inventar
Dá um mergulho no mar

E tu vais ver
Tu vais jogar
Tu vais perder
Tu vais tentar
Mais uma vez
Tu vais jogar
E tu vais ver
Tu vais gostar
Tu vais chorar
E tu vais rir
Dá um mergulho no mar!

Coragem

O Comandante0, em tempos, lançou aqui uma cruzada; bolas pá, mais uma vez foste precipitado, porque afinal a lei não vai ser tão restritiva como diziam. Fantástico é o facto do Ministro da Saúde deste (des)governo dizer que isto não constitui recuo nenhum! Pois claro que não! Não foi este nem quando o Guterres se acobardou com uma manif de meia dúzia de agricultores no Terreiro do Paço e voltou atrás na intenção de reduzir a taxa de alcoolémia ao volante para 0,2 g/l! São estas decisões muuuuuuito difíceis que nos fazem a constatar a boa têmpera dos nossos (des)governantes!

Pedem-se explicações

Alguém me explica como é que um gajo que integga um govegno demissionáguio é igguesponsável ao ponto de pôg o lugag à disposição?! Pogga pá, não te vás emboga pogque o País pguecisa de ti! Pelo menos, paga continuag a guig com as tuas mentigas...

terça-feira, janeiro 11, 2005

Sondagens

Verdadeiro "serviço público", o novo blog "Margens de erro" (já adicionado aos links à direita) onde se faz a análise das sondagens que vão sendo publicadas. Desejamos felicidades a Pedro Magalhães (o autor), que, num ano como este, vai sem dúvida ter muito que fazer.

Estranho

São 16H23m e, até ver, o (des)governo ainda não arriou hoje nenhuma argolada... Vá lá, malta, toca a continuar com o nível costumeiro porque há um blog para manter!

segunda-feira, janeiro 10, 2005

A doença infantil do sistema eleitoral

Faz parte do folclore político do período de elaboração de listas o debate em torno do sistema eleitoral. Nomeadamente a defesa de círculos uninominais de candidatura, por exemplo, por Augusto Santos Silva, António Barreto , ou Filipe Nunes (Vital Moreira parece, por ser turno, ter arrefecido no seu entusiasmo face à solução).
Eu próprio já defendi que o problema do sistema era a personalização, estando resolvida a questão da Governabilidade "Depois das maiorias absolutas do PSD em 1987 e 1991, e das maiorias “absolutamente inequívocas” do PS em 1995 e 1999".
Hoje pergunto-me se não caí - juntamente com a generalidade da esquerda - numa armadilha. O elevado limiar que o sistema exige para uma maioria absoluta de um só partido, a a tendência do BE e PCP para verem o PS como inimigo principal, podem levar à alternância entre governos minoritários do PS e governos maioritários da direita, sem que a esquerda alguma vez disponha do horizonte de segurança necessário a qualquer reforma - viu-se nos governos de Guterres como esse ambiente não ajuda.

As declarações de guerra do BE a que se refere Vital Moreira só me levam a pensar que o PS tem que se deixar de pruridos com formas de compressão da proporcionalidade que belisquem a representação do BE e do PCP. Em muitos países, o seu número de votos não representaria qualquer mandato. Com eles, já se viu, não há governabilidade à esquerda. Veremos no dia 20 se me engano.

P.S. (de post-scriptum) É o meu primeiro tiro de 2005. Bom ano para todos.

Medo, medo, medo

Alguém está a ver que vai ficar sem poleiro... é a vida, como diria o outro!

Publicidade

A Viagens de Lazer Portugal, S.A., que, há mais de três anos tem mantido centenas de clientes satisfeitos, tem o prazer de informar V. Exas. que mudou a sua sede para a Rua Prof. Gomes Teixeira, 8º - 1350-265 Lisboa, e que continuará a contar com a prestimosa colaboração do seu principal gestor de viagens de lazer que tudo fará para assegurar os preços módicos a que sempre nos habituou.

Actualidade III

«Há muitos anos a política em Portugal apresenta este singular estado: Doze ou quinze homens sempre os mesmos, alternadamente, possuem o poder, perdem o poder, reconquistam o poder, trocam o poder... O poder não sai de uns certos grupos, como uma péla que quatro crianças, aos quatro cantos de uma sala, atiram umas à outras, pelo ar, numa explosão de risadas. Quando quatro ou cinco daqueles homens estão no poder, esses homens são, segundo a opinião e os dizeres de todos os outros que lá estão, - os corruptos, os esbanjadores da fazenda, a ruína do país, e outras injúrias pequenas, mais particularmente dirigidas aos seus caracteres e às suas famílias. Os outros, os que não estão no poder são, segundo a sua própria opinião e os seus jornais - os verdadeiros liberais, os salvadores da causa pública, os amigos do povo, os interesses do país e a pátria. Mas, cousa notável! Os cinco que estão no poder, fazem tudo o que podem - intrigam, trabalham, para continuar a ser os esbanjadores da fazenda e a ruína do país, durante o maior tempo possível! E os que não estão no poder movem-se. Conspiram, cansam-se paradeixar de ser - o mais depressa que puderem - os verdadeiros liberais e os interesses do país! Até que enfim caem os cinco do poder, e os outros - os verdadeiros liberais - entram triunfantemente na designação herdada de esbanjadores da fazenda e ruínado país, e os que caíram do poder, resignam-se cheios de fel e de amargura - a vir ser os verdadeiros liberais e os interesses do país. Ora como todos os ministros são tirados deste grupo de doze ou quinze indivíduos, não há nenhum deles que não tenha sido por seu turno esbanjador da fazenda e ruína do país... Não há nenhum que não tenha sido demitido ou obrigado a pedir demissão pelas acusações mais graves e pelas votações mais hostis... Não há nenhum que não tenha sido julgado incapaz de dirigir as coisas públicas, - pela imprensa, pela palavra dos oradores, pela acusação da opinião, pela afirmativa constitucional do poder moderador... E todavia serão estes doze ou quinze indivíduos os que continuarão dirigindo o país neste caminho em que ele vai, feliz, coberto de luz, abundante, rico, forte, coroado de rosas, num choito [trote miúdo e sacudido] triunfante!»

Junho de 1871, "As Farpas", Eça de Queiroz & Ramalho Ortigão

sexta-feira, janeiro 07, 2005

Sem comentários

E o meu subsídio?! Eu, quando quero, também consigo ser muito eficaz...

Vá lá que desta vez só nos lixaram 100 milhões de €

Mais uma cena absolutamente irrelevante protagonizada pela Dondoca Carmo!

quinta-feira, janeiro 06, 2005

Críticas construtivas

Posted by Hello

Para não dizerem que a malta só sabe deitar abaixo, deixamos aqui uma hipótese para solucionar o imbróglio causado pela nega de Cavaco; afinal, o substituto não destoa dos restantes líderes do PSD presentes no cartaz!

Coerências

A ministra da Educação não vai ao Parlamento apresentar os resultados da auditoria ao processo de colocação de professores por considerar que a sua presença é «irrelevante». E é-o na verdade! Depois de ter patenteado tanta incompetência durante o seu consulado na 5 de Outubro, qualquer calinada que fosse hoje arriar à Assembleia da República seria sempre irrelevante pois não lhe podia piorar a imagem! É mesmo caso para dizer que faz lá tanta falta como um cão na missa...

Que manicómio! parte IIII

Cinco dirigentes do PSD/Coimbra demitiram-se contra lista de candidatos: pois é, o tacho não dá para todos...

Não é justo!

Porra, Santana! Na minha rua também existem alguns tristes que votam no PSD: não nos arranjas também uma universidade para lá? Também queremos desenvolvimento!

Que manicómio! parte III

Continua o regabofe! Com jeitinho, até às eleições, acabam por se comer todos uns aos outros...

quarta-feira, janeiro 05, 2005

Esclarecimento

O camarada Mano 69 dos inenarráveis Metralhas lançou aqui uma pequena provocação no outro dia. Oh, meu caro amigo: como já deves ter compreendido, eu só fui contratado para a maledicência. Para a questão da numerologia tens duas soluções: (a) falas com a Maya que, seguramente, também se há-de dedicar a esse tipo de cenas; ou (b) esperas que o nosso homem-número - como, de resto, o próprio nick indicia - volte às lides e nos brinde com uma das suas magníficas lições!
Em qualquer dos casos presumo que a tua dúvida persista...

Maus exemplos

Este é bem aquele tipo de trapalhada que o PS podia – e devia – evitar nesta fase de formação de listas e de apresentação de um projecto ao povo português.
É verdade que Paulo Pedroso foi não pronunciado por um tribunal português; não deixa, no entanto, também de ser verdade que o Ministério Público recorreu de tal decisão e que o processo continua pendente a aguardar decisão por parte do Tribunal da Relação de Lisboa.
aqui escrevi em tempo que Sócrates tinha todas as condições para apresentar um projecto credível a Portugal, mas começa a ir pelo mau caminho.
Efectivamente, ao impor o nome de Pedroso – mesmo que em lugar não directamente elegível – tomou uma decisão, no mínimo, aberrante. E porquê aberrante?
Dir-me-ão que Pedroso só poderia perder um qualquer direito político com o trânsito em julgado de uma decisão condenatória que, em qualquer dos casos, se afigura como longínqua; nada mais certo! No entanto, com o voto por círculos os eleitores estão a conferir um mandato àquele conjunto de deputados. Suponhamos que o PS elege 6 deputados naquele círculo; suponhamos também que forma Governo e que os 4 primeiros vão integrar o executivo. Nessa altura, Pedroso deveria “entrar” no Parlamento; não o fazendo – mesmo que de mote próprio – estará a desrespeitar o mandato conferido pelos eleitores de Setúbal…Porra, pá!, os compromissos não são com os partidos, mas com os eleitores: é um princípio básico da democracia representativa!
Será que não poderia calmamente esperar por uma decisão transitada em julgado? É que, por estranho que pareça, há mais lugares onde um cidadão possa servir o país sem ser no Parlamento!

Variações sobre o tema do manicómio

Fica aqui uma cena bem esgalhada pelo Funil!

Que manicómio! parte II

Posted by Hello


Santana, és o elo mais fraco: adeus!

terça-feira, janeiro 04, 2005

Que manicómio!

«Pôncio Monteiro, advogado e antigo dirigente do FC Porto, afirmou esta terça-feira que sua a paciência está a chegar ao limite.
Convidado por Santana Lopes para ser número dois da lista de deputados pelo Porto, Pôncio Monteiro viu agora esse convite retirado, mas com uma contra-proposta que não aceita, ou seja, ser cabeça de lista por Vila Real.
"Eu aceito estar no lugar onde estou para aquele que fui convidado", disse Pôncio Monteiro.
Sobre o convite para ser cabeça de lista por Vila Real, Pôncio Monteiro apenas referiu que não aceitou a proposta, escusando-se a acrescentar mais pormenores» (notícia pilhada na TSF online).
E, já agora, que fazem ao cabeça de lista indigitado para Vila Real? Chutam-no para o círculo das Berlengas?

PS - No último post referi que até Cavaco desprezava Santana, coisa que, na minha óptica, não ficava lá muito bem a um ex-presidente do partido. Depois de mais esta valente bacorada, peço desculpa a Cavaco: os meus pais também sempre me disseram para evitar as más companhias...

Coitado do Santana

Não há cão nem gato que não lhe vá arriar uma boa cagadinha à porta de casa.. Ah! Ah! Ah!

Subscrevo inteiramente...

...o notável post de JPP no Abrupto. Só tenho pena que JPP tenha feito uma reflexão balcanizada no PSD. E se se fizesse uma extrapolação que chegasse também ao PS? E ao Parlamento na sua generalidade tomando como ponto de partida os rostos da Constituinte em 1976?

segunda-feira, janeiro 03, 2005

Ano Novo, disparates velhos

Jardim acusa Sampaio de falta de autoridade política: ao menos, o Idi Amin madeirense continua a incutir boa disposição na malta! E ainda bem: o país está tão mal que só mesmo ele e o Luís Delgado para continuarem a fazer-nos rir! Abençoados sejam!

A retoma está a chegar!

Ao contrário do que andam para aí a apregoar ao menos numa coisa continuamos a convergir com a Comunidade Europeia!


 
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